Livros

Published on dezembro 1st, 2013 | by Carol Lima

A saga Assassin’s Creed nos Livros

Fala, galera!

Com o lançamento de Assassin’s Creed IV Black Flag, chega também o livro baseado nele, Bandeira Negra (não diga!), porém, nas terras tupiniquins, continua em pré-venda. Para quem quer saber um pouco mais antes de adquirir a adaptação literária do novo game da série, falarei um pouco mais dos outros livros, dando uma base, também, para quem não jogou. Pois bem, vamos lá!

Assassin’s Creed – Renascença

O primeiro livro a ser lançado, e que adapta a história que nos é apresentada em Assassin’s Creed II, um dos games de maior sucesso da franquia, muito pelas diversas inovações se comparado ao seu antecessor. Obviamente, o livro é basicamente o game não-interativo. Não há mudanças do que já é conhecido da jornada de Ezio no game, apresentando sua entrada na Irmandade dos Assassinos e sua evolução nela, bem como o início de sua batalha contra os Borgia. Algumas situações aqui e ali se diferenciam um pouco pela linguagem deveras explicativa, característica de um livro, mas que acaba por prolongar demais algumas partes, arrastando um pouco a leitura (valendo para o resto da saga). Alguns capítulos serão novidade para quem não obteve as DLCs.

Assassin’s Creed – Irmandade

Baseado em Brotherhood, game que considero um tanto fraco em questão de desenvolvimento narrativo, pela atenção especial que foi dada ao Multiplayer na época. Este apresenta Ezio em sua jornada como Mestre Assassino, bem como continua sua luta contra a “epidemia Borgia”, desta vez com um novo e mais implacável alvo proveniente desta família. O fato de ser o game não-interativo se aplica também a esta empreitada.

Assassin’s Creed – A cruzada Secreta

Para quem se perguntou “e Altaïr que é bom nada, né?”: A história de Altaïr Ibn-La’Ahad foi concluída apenas em Revelations, logo, só puderam lançar seu livro juntamente com o lançamento do game, e um pouco antes do lançamento do próprio Revelações. O livro abrange o primeiro game, Bloodlines (lançado exclusivamente para PSP) e o já mencionado game que apresenta a última parte da jornada de dois grandes assassinos. A história aqui, por mais arrastada que ainda seja, cativa um pouco mais, por mostrar-nos o protagonista mais profundamente do que vimos em suas aventuras nos consoles, tomando algumas liberdades em certos capítulos.

Assassin’s Creed – Revelações

A aventura final de Ezio, em sua busca, que o leva a Constantinopla, pelas chaves que são ditas como as que irão abrir a biblioteca de Altaïr, que guardaria grande conhecimento acerca do Credo dos Assassinos e de um certo artefato, e que os Templários também almejam. Toma algumas liberdades, assim como acontecido no livro anterior, expandindo um pouco o que já ocorre no game, para dar um pano de fundo razoável para alguns coadjuvantes, ou apenas para prolongar situações.

Assassin’s Creed – Renegado

Este talvez tenha sido o que mais tomou liberdade criativa, expandindo absurdamente o pano de fundo de Haytham Kenway (filho do protagonista de Black Flag), neste livro, sendo o principal, ao invés do protagonista do terceiro game, Connor. Uma direção um tanto arriscada, talvez, para quem tenha jogado, mas que aumenta o interesse pela narrativa, abordado com pouco tempo de tela no game.

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E então, se interessou pelos outros livros da saga, mesmo com minhas críticas constantes? Um box, com todos os livros lançados até agora, está à venda, e vem com uma lata para guardar sua coleção.

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About the Author

Estudante, futura Jornalista e Marvete desde a infância, mas passando por desilusões com a editora atualmente. Tem o hábito de curtir coisas independentes, variando de música até games. Não dispensa uma boa ficção-científica.



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